Medéia Plural marca a volta do Curso Técnico em Arte Dramática 10/06/2010 - 09:10
Sinopse:

Por Jacqueline Wildt:
Medéia Plural marca a volta do curso Técnico em Arte Dramática – Ator Cênico – do Colégio Estadual do Paraná. O curso, em novo formato, oferece instrumental técnico e oportunidades práticas para o aprimoramento dos alunos/atores.
Após um ano e meio de estudos a primeira turma a se formar no formato atual, tem investido sua energia em ensaios colaborativos com ênfase na presença viva do ator em cena, sob a direção de Jaqueline Wildt.
Fragmentos e coreografias de uma das mais famosas tragédias gregas, Medéia, uma feiticeira de temperamento genioso que lança mão de seus filhos ao ser traída e desprezada por seu homem, inspirou a montagem de conclusão de curso. O espetáculo Medéia Plural apresenta a estrutura criada pelos alunos que privilegia a presença do coro grego e aspectos do teatro-dança. Medéia grega passou a ser chamada de Medéia Plural, transformando a primeira em mulheres que se repetem no tempo e espaço.
A versão dos alunos do 3º Ator traz à tona o ideal feminino sob aspectos do sagrado e do profano. Expondo faces obscuras da mulher, que tanto foi relacionada à astúcia e ao encanto para ludibriar e atingir seus objetivos. Quando se trata de amor, traição e vingança, essas faces femininas podem chegar aos limites da crueldade. Medéia Plural pretende apresentar nuances arquetípicas do Mito de Medéia, com fragmentos de textos de algumas obras que tratam do feminino como Carmen de Bizett, The Thunder, Perfect Mind de Nag Hammadi LIbrary, bem como trechos da Mitologia Grega.
A idéia de representar as várias faces do feminino permite também uma exploração de textos em diferentes línguas. Os variados textos em francês, inglês e espanhol criam no espetáculo a sensação de uma história onde pode acontecer em qualquer lugar.
A representação de bonecas traz o ideário feminino infantil, representa a força intuitiva da mulher, a voz da razão, do conhecimento e da conscientização íntima dela. A feiticeira e as amantes a representam em seu lado mais obscuro, aquele que domina e impulsiona uma mulher em fúria.
Medéia Plural marca a volta do curso Técnico em Arte Dramática – Ator Cênico – do Colégio Estadual do Paraná. O curso, em novo formato, oferece instrumental técnico e oportunidades práticas para o aprimoramento dos alunos/atores.
Após um ano e meio de estudos a primeira turma a se formar no formato atual, tem investido sua energia em ensaios colaborativos com ênfase na presença viva do ator em cena, sob a direção de Jaqueline Wildt.
Fragmentos e coreografias de uma das mais famosas tragédias gregas, Medéia, uma feiticeira de temperamento genioso que lança mão de seus filhos ao ser traída e desprezada por seu homem, inspirou a montagem de conclusão de curso. O espetáculo Medéia Plural apresenta a estrutura criada pelos alunos que privilegia a presença do coro grego e aspectos do teatro-dança. Medéia grega passou a ser chamada de Medéia Plural, transformando a primeira em mulheres que se repetem no tempo e espaço.
A versão dos alunos do 3º Ator traz à tona o ideal feminino sob aspectos do sagrado e do profano. Expondo faces obscuras da mulher, que tanto foi relacionada à astúcia e ao encanto para ludibriar e atingir seus objetivos. Quando se trata de amor, traição e vingança, essas faces femininas podem chegar aos limites da crueldade. Medéia Plural pretende apresentar nuances arquetípicas do Mito de Medéia, com fragmentos de textos de algumas obras que tratam do feminino como Carmen de Bizett, The Thunder, Perfect Mind de Nag Hammadi LIbrary, bem como trechos da Mitologia Grega.
A idéia de representar as várias faces do feminino permite também uma exploração de textos em diferentes línguas. Os variados textos em francês, inglês e espanhol criam no espetáculo a sensação de uma história onde pode acontecer em qualquer lugar.
A representação de bonecas traz o ideário feminino infantil, representa a força intuitiva da mulher, a voz da razão, do conhecimento e da conscientização íntima dela. A feiticeira e as amantes a representam em seu lado mais obscuro, aquele que domina e impulsiona uma mulher em fúria.



